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Invista na sua vida profissional, aprenda um novo idioma! A Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA -PE) acaba de fechar parceria com a Minds English School. Os seus associados e dependentes, dependendo do plano que escolhido, terão desconto de até 60%. Para maiores informações, consulte um dos  gerentes comerciais daquela instituição de ensino, através do fone (81) 3429-7851.

 

 
 
 
 

Chegou a oportunidade que você esperava para fazer um curso universitário. A Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA -PE) fechou convênio com a Faculdade São Miguel.  Os descontos são para associados e dependentes e variam entre 25% e 53% de desconto nos cursos de graduação e pós -graduação.
A São Miguel oferece cursos de Administração, Fisioterapia, Letras, Nutrição, Enfermagem, Serviço Social, Educação Física, Ciências Biológicas, Farmácia, Biomedicina. E os tecnólogos de Gestão de Tecnologia da Informação, Banco de Dados, Segurança da Informação, Sistema para Internet, Jogos Digitais, Gestão em Recursos Humanos, Gestão Comercial, Controle de Obras e Material de Construção.
 

Guardas Patrimoniais podem parar as atividades
11/08/2016 19:13

Até o dia 29. Este foi o prazo solicitado pelo Governo do Estado, através da Casa Militar, para dar uma resposta sobre as reivindicações da Guarda Patrimonial. Dezenas de policiais e bombeiros atenderam ao chamado da Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA - PE) e compareceram a Assembléia Legislativa na manhã desta quinta-feira (11.08).

Marcaram presença o presidente Jose Roberto Vieira, os diretores Luciano Falcão, Marcos Galindo, Salatiel Berto e Iranildo Lucas. Eles foram recepcionados na Assembleia Legislativa pelo Deputado Estadual Joel da Harpa que fez um discurso na casa e depois seguiu em caminhada com os guardas da Assembleia ao Palácio. O vice-presidente da Associação dos Cabos e Soldados (ACS-PE), Nadelson Leite, tambem prestigiou o ato.

Criada para proteger o patrimônio público, a Guarda Patrimonial vem sendo desviada de função. Alguns militares estão trabalhando em presídios e até mesmo postos de policiamento ou trânsito. "A guarda é composta por policiais e bombeiros aposentados da reserva remunerada que querem complementar a renda. Os deveres são os mesmos da ativa porém os direitos são diferentes", explica o presidente da ASPRA - PE, José Roberto Vieira.

Os guardas pedem o descongelamento da gratificação que recebem (não há aumento a oito anos), reajuste salarial igual a dos ativos, risco de vida, insalubridade e melhores condições de trabalho, com o fim dos desvios de funções. "O Governo paga quer R$ 4 mil a um segurança terceirizado e paga menos de um salário mínimo ao pessoal da guarda. Profissionais experientes e capacitados. Cansamos de ser mão de obra barata", conclui José Roberto.

Guardas Patrimoniais podem parar as atividades

Até o dia 29. Este foi o prazo solicitado pelo Governo do Estado, através da Casa Militar, para dar uma resposta sobre as reivindicações da Guarda Patrimonial. Dezenas de policiais e bombeiros atenderam ao chamado da Associação de Praças de Pernambuco (ASPRA - PE) e compareceram a Assembléia Legislativa na manhã desta quinta-feira (11.08).

Marcaram presença o presidente Jose Roberto Vieira, os diretores Luciano Falcão, Marcos Galindo, Salatiel Berto e Iranildo Lucas. Eles foram recepcionados na Assembleia Legislativa pelo Deputado Estadual Joel da Harpa que fez um discurso na casa e depois seguiu em caminhada com os guardas da Assembleia ao Palácio. O vice-presidente da Associação dos Cabos e Soldados (ACS-PE), Nadelson Leite, tambem prestigiou o ato.

 

Criada para proteger o patrimônio público, a Guarda Patrimonial vem sendo desviada de função. Alguns militares estão trabalhando em presídios e até mesmo postos de policiamento ou trânsito. "A guarda é composta por policiais e bombeiros aposentados da reserva remunerada que querem complementar a renda. Os deveres são os mesmos da ativa porém os direitos são diferentes", explica o presidente da ASPRA - PE, José Roberto Vieira.

Os guardas pedem o descongelamento da gratificação que recebem (não há aumento ha oito anos), reajuste salarial igual a dos ativos, risco de vida, insalubridade e melhores condições de trabalho, com o fim dos desvios de funções. "O Governo paga quer R$ 4 mil a um segurança terceirizado e paga menos de um salário mínimo ao pessoal da guarda. Profissionais experientes e capacitados. Cansamos de ser mão de obra barata", conclui José Roberto.

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